Memória dos Direitos Humanos na Unicamp


2021: Criação da Comissão Assessora de Mudança Ecológica e Justiça Ambiental da Unicamp

A Resolução GR-065/2021, de 15/10/2021, institui a Comissão Assessora de Mudança Ecológica e Justiça Ambiental, ligada à Diretoria Executiva de Direitos Humanos da Unicamp, reconhecendo a ameaça que as mudanças ambientais globais representam para a preservação e avanço da dignidade da vida. A Comissão deve ser referência para pesquisas, atividades de ensino, extensão e gestão relativas a mudanças institucionais transformativas tendo em vista a defesa dos direitos humanos no enfrentamento das mudanças ambientais globais.

2020: Prêmio de Reconhecimento Acadêmico em Direitos Humanos Unicamp – Instituto Vladimir Herzog

Criado pela Deliberação CONSU-A-061/2020, Prêmio de Reconhecimento Acadêmico em Direitos Humanos Unicamp - Instituto Vladimir Herzog tem como objetivo promover  pesquisas acadêmicas de graduação, mestrado e doutorado que apresentem efetiva contribuição para a proteção e defesa do direito à vida, dignidade humana e justiça social e sejam exemplo de defesa da liberdade e responsabilidade científica para a melhoria da humanidade. São reconhecidas pesquisas nas seguintes categorias: Ciências exatas e tecnologia; Ciências naturais, da saúde e meio ambiente; Ciências sociais e educação e Ciências da comunicação e linguagem.

2020: Política Institucional de Direitos Humanos da Universidade Estadual de Campinas

A Deliberação CONSU-A-058/2020 aprova a Política Institucional de Direitos Humanos da Universidade Estadual de Campinas, considerando o papel que a Universidade exerce na sociedade, seu compromisso social com a formação acadêmica e cidadã, com o respeito à vida, com a erradicação de todas as formas de intolerância, de discriminação e de violação dos Direitos Humanos para a construção de uma sociedade mais justa.

2020: Definição de procedimentos de prevenção e acolhimento de queixas de violência sexual na Universidade

A Unicamp define regras e procedimentos para a prevenção e para o acolhimento de queixas de violência baseada em gênero e sexo na Universidade. Os documentos detalham um conjunto de definições e guias para tratar os casos de violência e prevê ações de educação, conscientização e disseminação dos valores institucionais de equidade, inclusão e respeito. Também sistematizam os fluxos relativos aos órgãos envolvidos no acolhimento da vítima e no andamento da queixa. O Serviço de Atenção à Violência Sexual (SAVS), ligado à Comissão Assessora da Política de Combate à Discriminação Baseada em Gênero e/ou Sexualidade e à Violência Sexual  é o órgão responsável por orientação e apoio em relação à saúde física e mental da vítima. Resoluções GR 86/2020, 106/2020

2020: Aprovação de cotas para o ensino técnico

A partir da necessidade de se estabelecer ações afirmativas para promover a diversidade acadêmica e diminuir a desigualdade do acesso ao ensino público nível médio de formação técnica, o Conselho Universitário (Consu) aprovou a proposta de implementação de cotas étnico-raciais para alunos oriundos de escolas públicas nos vestibulinhos dos Colégios Técnicos de Campinas (Cotuca) e de Limeira (Cotil). De acordo com a proposta, 70% das vagas oferecidas pelos dois colégios são destinadas a alunos vindos da rede pública de ensino, sendo que 35% do total de vagas serão para alunos pretos, pardos ou indígenas preferencialmente vindos também de escolas públicas.

2020: Voluntariado Unicamp

Diante das exigências especiais do momento de crise decorrente da pandemia de coronavírus, a Diretoria Executiva de Direitos Humanos apoia a organização de ações voluntárias. Estão entre as iniciativas, a “Chamada Solidária” (disponibilizam telefones e tempo para conversar com pessoas durante o distanciamento social obrigatório), doação e/ou empréstimo de equipamentos eletrônicos para uso de estudantes, apoio à campanha de doação de sangue no Hemocentro e à entrega de marmitas pelo Restaurante Universitário.

2020: Uso do nome social

A Resolução GR-005/2020 assegura o direito de alunos, professores e funcionários travestis e transexuais de utilizarem seus nomes sociais em registros, documentos e ações da vida funcional e acadêmica da Unicamp. A medida foi adotada em conformidade a outras normas que já preveem esse direito, incluindo o Decreto Estadual nº 55.588/2010, que assegura a travestis e transexuais o direito de tratamento pelo nome social em órgãos públicos do Estado. A medida foi fruto da elaboração de uma política de combate à violência sexual na universidade, coordenada pela Comissão Assessora de Combate à Discriminação Baseada em Gênero e/ou Sexualidade e à Violência Sexual.

2019: Comissão de Averiguação do Vestibular da Unicamp

A Resolução GR-046/2020 institui a Comissão de Averiguação e regulamenta o procedimento de heteroidentificação complementar à autodeclaração dos candidatos negros (pretos e pardos), para fins de preenchimento das vagas reservadas no sistema de cotas étnico-raciais da UNICAMP.

2019: Serviço de Atenção à Violência Sexual (SAVS)

O Serviço de Atenção à Violência Sexual (SAVS) é o serviço de referência para que o membro da universidade afetado por um episódio de violência sexual possa receber orientação e apoio referentes à sua saúde física e mental, incluindo aqueles referentes a suas atividades acadêmicas, de trabalho e/ou outras.

2019: Diretoria Executiva de Direitos Humanos da Unicamp

Criada em 2019 (Deliberação CONSU-A-004/2019), a Diretoria Executiva de Direitos Humanos (DEDH) tem por finalidade, promover a tolerância, a cidadania, a inclusão, a diversidade, a pluralidade e a equidade entre os membros da Unicamp.

2019: Programa de Bolsas de Extensão

A iniciativa estimula atividades transdisciplinares e interprofissionais entre setores da Universidade e da sociedade, caracterizando-se pela diversidade, pluralidade e respeito ao ser humano e suas organizações sociais.

2018: Observatório de Direitos Humanos

Foi criado o Observatório de Direitos Humanos da Unicamp, em setembro de 2018, com o propósito de ser referência em pesquisas, atividades de ensino, extensão e gestão realizadas pela Unicamp no campo dos direitos humanos. O órgão tornou-se o principal articulador de todas as iniciativas que viabilizaram o estabelecimento da DeDH em 2019, além de responsável pela preparação e divulgação de diversas iniciativas em torno da pauta dos direitos humanos na Unicamp.

2018: Vestibular Indígena

No dia 2 de dezembro de 2018, a Comvest aplicou, pela primeira vez, as provas do primeiro Vestibular Indígena da Universidade. Foi realizado em cinco cidades: Campinas (SP), Dourados (MS), Manaus (AM), Recife (PE) e São Gabriel da Cachoeira (AM). Foram inicialmente 72 vagas, em vários cursos, sendo 23 vagas regulares (subtraídas do Vestibular Unicamp 2019) e 49 vagas adicionais.

2017: Secretaria de Vivência nos Campi – SVC

Instituída em 02 de agosto de 2017 através da Resolução GR-045/2017, tem como proposta instituir um novo modelo de segurança preventiva em contexto universitário. Inclui ações de vigilância e monitoramento eletrônico.

2017: Sistema de Cotas Étnico-Raciais

Em novembro de 2017, a adoção de cotas foi aprovada em reunião histórica do Conselho Universitário (Consu), seguindo princípios como mérito, justiça social, equidade e diversidade. A medida reserva 25% das vagas disponíveis para candidatos autodeclarados pretos e pardos e também a criação do Vestibular Indígena.

2017: Adesão ao Pacto Universitário pela Promoção do Respeito à Diversidade, da Cultura da Paz e dos Direitos Humanos

A Unicamp aderiu ao Pacto Universitário pela Promoção do Respeito à Diversidade, da Cultura da Paz e dos Direitos Humanos do MEC/Ministério da Justiça. Para a elaboração do plano de apoio e incentivo à pesquisa e prática dos Direitos Humanos na Unicamp, foi criado um Comitê Gestor vinculado ao Gabinete do Reitor.

2015: Central de Tradutores e Intérpretes de Língua de Sinais (Central TILS)

As ações de tradução e interpretação de Libras foram institucionalizadas por meio da criação da Central TILS, no da Pró-reitoria de Graduação (PRG), no ano de 2015.

2014: Universidade Sustentável

Por meio das Resoluções GR 41/2014 e 29/2015, foram criados o Sistema de Gestão Universidade Sustentável e o Grupo Gestor Universidade Sustentável (GGUS) com a finalidade de planejar, desenvolver, viabilizar institucionalmente e gerenciar as ações, projetos e programas institucionais que digam respeito à sustentabilidade socioambiental. A decisão decorreu da visão estratégica de instituir no âmbito da Unicamp uma Política Universidade Sustentável, fundamentada no conceito amplo de sustentabilidade, incluindo uso de recursos e qualidade de vida no campus.

2014: Implantação do Programa Campus Tranquilo – Universidade Viva

A Unicamp implantou, depois de amplo debate com a comunidade universitária, o Programa Campus Tranquilo – Universidade Viva. O objetivo foi estabelecer um ambiente de paz nos campi, a partir de três eixos de ação: informação, convívio e prevenção. Nos quatro anos de existência (2014-2017), foram promovidas diversas ações: criação de serviço de pronto-atendimento de urgência pelo Centro de Saúde da Comunidade (Cecom) com ambulância 24 horas; melhorias dos postos fixos e implantação de posto móvel de vigilância; aquisição de viaturas; adoção de novos procedimentos e implantação de programa permanente de capacitação dos vigilantes; melhorias na iluminação e corte seletivo de vegetação nas áreas comuns; ampliação do aplicativo “Unicamp Serviços” para celulares; montagem de academias ao ar livre, eventos culturais, esportivos e literários.

2013: Comissão da Verdade e Memória “Octavio Ianni”

A Comissão da Verdade e Memória foi instituída pela Portaria GR 111/2013, sob coordenação da CGU (Coordenadoria Geral da Unicamp). A finalidade foi examinar e esclarecer de maneira rigorosa e metódica fatos que tenham implicado eventuais arbítrios e violações de direitos humanos praticadas contra professores, alunos e funcionários da Universidade durante a ditadura militar, desde 31 de março de 1964 até o início da redemocratização, em março de 1985. O relatório final da Comissão foi apresentado em 1º de abril de 2015. O documento, por meio de diversos depoimentos e fontes de pesquisa, mostra a premissa que conduziu o trabalho: “a Unicamp não foi uma ilha”, mesmo que livre de grandes ocorrências como invasões pelas forças de segurança, desaparecimentos e mortes.

2012: Programa Auxílio-Transporte para Licenciaturas

O programa é destinado aos alunos em estágio obrigatório não-remunerado na modalidade licenciatura dos cursos da Unicamp, que tem por objetivo contribuir para a locomoção dos alunos entre a Universidade (campi de Campinas, Limeira e Piracicaba) e o local do estágio.

2012: Novas bolsas auxilio

Foram criadas quatro novas modalidades de bolsas: Bolsa Auxílio ao Ensino e Aprendizagem (BAEF), no valor de R$ 733,00, para quem já completou metade do curso; Bolsa ProFIS, no valor de R$ 670,00, para todos os 120 alunos do Programa de Formação Interdisciplinar Superior; Bolsa Auxílio Social e Iniciação Científica (BAS-IC), que complementa bolsas de iniciação científica concedidas pela Fapesp e CNPq, totalizando R$ 680,00; e a Bolsa Auxílio Instalação, no valor de R$ 300,00, destinada a auxiliar nas primeiras despesas do estudante que acaba de chegar à cidade.

2011: Auxílio Educação Especial e Auxílio Criança

Foram criados dois benefícios para docentes e funcionários: o auxílio educação especial e o auxílio-criança. Ambos garantem apoio em dinheiro para servidores que têm filhos em idade pré-escolar ou com necessidades especiais.

2011: Programa Emergencial Pró-Haiti em Educação Superior

O Programa Emergencial Pró-Haiti em Educação Superior, desenvolvido em parceria com o Ministério da Educação, permitiu o ingresso de estudantes do Haiti para uma graduação “sanduíche” em diversas áreas, com duração de um ano e meio.

2010: Programa Aluno-Artista

O programa, gerenciado pelo SAE (Serviço de Apoio ao Estudante) possibilita aos alunos que tenham alguma habilidade artística divulgar o seu trabalho no campus. Os artistas selecionados recebem bolsa e recurso técnico para o projeto. Em contrapartida, se comprometem a dedicar 30 horas mensais ao trabalho em períodos fora do horário de aulas.

2010: Centro de Testagem e Aconselhamento em DST/AIDS (CTA)

Oferecido pelo CECOM, visa oferecer à comunidade interna da Unicamp diagnóstico para infecção por HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis. Oferece testagem rápida para o HIV, sorologia para sífilis, hepatite B e C, atendendo demanda espontânea e encaminhada por outros serviços de saúde.

2010: PROFIS (Programa de Formação Interdisciplinar Superior)

O ProFIS constitui ação da Universidade quanto à igualdade no acesso e na permanência no ensino superior e inclusão social. O programa criou 120 novas vagas de graduação destinadas aos melhores alunos de escolas públicas de ensino médio em Campinas. A seleção ocorreu pela nota obtida no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e a primeira turma ingressou em 2011.

2010: Bolsa Auxílio Social (BAS)

Nessa modalidade, que substituiu a antiga Bolsa Trabalho, o aluno realiza atividades associadas a sua área de formação ou em movimentos sociais, sempre com a orientação de profissionais ou professores.

2006: Grupo Gestor de Benefícios Sociais (GGBS)

Desde sua criação, o órgão GGBS sempre desenvolveu atividades relacionadas à melhoria na qualidade de vida, assistência social e desenvolvimento dos servidores. Destinou recursos para a instalação de academias ao ar livre, financiou projetos culturais, promove anualmente a Copa GGBS de futebol de salão, contribuiu para a organização do projeto de integração no campus com centenas de crianças e adolescentes, filhos de funcionários e de docentes. Desenvolve ações coletivas de educação e prevenção na comunidade universitária, incluindo palestras temáticas, cursos de orientação, campanhas e eventos. Entre os benefícios sociais espontâneos, o órgão gerencia um leque de ações, tais como convênio médico e odontológico; assistência farmacêutica; auxílio alimentação; apoio ao desenvolvimento profissional e profissionalizante; programas de empreendedorismo e organização financeira; e previdência, seguro e linhas de crédito consignadas em folha de pagamento.

2003: Ouvidoria de Serviços Públicos na Unicamp

Criada pela Deliberação CAD-A-003/2003, a Ouvidoria tem caráter exclusivo de mediadora das questões que envolvem a Administração da Universidade, servidores, alunos e a comunidade externa.

2002: Laboratório de Acessibilidade da Biblioteca Central Cesar Lattes

A criação do Laboratório de Acessibilidade (LAB) foi proposta em 1998 no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH). Quatro anos depois, o espaço de ensino, pesquisa e extensão foi inaugurado em 2002 na Biblioteca Central Cesar Lattes (BCCL) – na época com apoio da Fapesp e da Pró-Reitoria de Graduação (PRG). A área atende toda a Universidade e comunidade externa com proposta de inclusão em ensino e aprendizagem.

2000: Programa de isenção de taxas de inscrição no Vestibular

Foi a partir do Vestibular 2000 que teve início a política de isenção de taxas de inscrição para candidatos em condições socioeconômicas desfavorecidas. Em 2002, o programa foi estendido para funcionários da universidade.

1998: “Ambulatório de Atendimento Especial” do Caism

Trata-se de unidade de tratamento médico e apoio psicossocial, destinada a amparar exclusivamente vítimas de violência sexual. Foi concebido por meio de parceria com o Ministério da Saúde, a partir das experiências bem-sucedidas de unidades similares em dois complexos hospitalares públicos da cidade de São Paulo, e tornou-se modelo para outras instituições do interior do Estado e do país. Atualmente, o Caism conta com o “Programa de Atendimento às Mulheres Vítimas de Violência Sexual”.

1995: Auxílio Financeiro para alunos carentes

A Portaria GR-075/1995 instituiu o auxílio destinado a estudantes de Graduação e Pós-Graduação regularmente matriculados, em casos emergenciais.

1994: Centro de Assistência aos Funcionários (CAF)

Criado pela Portaria GR 97/1994, vinculado ao Gabinete do Reitor (GR) e integrado ao Serviço de Apoio ao Servidor (SAS), o CAF tinha como missão coordenar a execução e implantação de projetos nas áreas de assistência social, esporte, cultura e lazer, orientação jurídica, incentivos aos servidores, bem como fornecer subsídios às discussões sobre a política de assistência social e apoio aos funcionários da Universidade. Na área de assistência social, estão a distribuição de cestas básicas e concessão de auxílios financeiros. O CAF foi extinto pela Portaria GR 80/1998. Surge então a Diretoria de Assistência e Benefícios (DAB), com a unificação do SAS e do CAF.

1993: Programa Institucional de Apoio ao Servidor Estudante (Pro-Seres)

O programa tem por função estimular os servidores da Unicamp ao aprimoramento profissional e intelectual, auxiliando financeiramente aqueles matriculados regularmente no ensino superior. Fez parte da Pró-Reitoria de Desenvolvimento Universitário (PRDU), coordenado pelo Serviço de Apoio ao Servidor (SAS). Após a conclusão do curso, esse conhecimento dentro da área de formação poderia ser utilizado na própria Unicamp.

1991: Programa de Assistência à Saúde do Servidor (PASS)

Com o objetivo de articular programas e ações internas que visam garantir o bem estar e a saúde dos servidores da Universidade foi criado, em 1991, o PASS. Além de divulgar e incentivar a participação dos funcionários nos programas preventivos promovidos pela Universidade, disponibiliza para o servidor convênios com diversas instituições de assistência médica, odontológica e seguros de vida.

1990: Serviço de Apoio ao Servidor (SAS)

Tinha como atribuição assessorar a Reitoria na determinação de políticas sociais da universidade; participar de trabalhos e levantamentos de problemas existentes junto aos servidores; acompanhar as atividades desenvolvidas pelos órgãos das unidades responsáveis pela execução dos programas sociais. O órgão foi até 1998, quando se unificou ao CAF, formando a Diretoria de Assistência e Benefícios (DAB).

1988: Instalação de cursos noturnos

Alguns cursos noturnos foram implementados nas faculdades e colégios técnicos de Limeira, para posteriormente serem ampliados para Campinas. Isso favorecia alunos que precisavam exercer uma atividade remunerada durante o dia.

1987: Serviço de Assistência Psicológica e Psiquiátrica ao Estudante (SAPPE)

Teve início informal na década de 70, mas foi oficialmente criado em 1987 no Departamento de Psiquiatria e Psicologia Médica da Faculdade de Ciências Médicas (FCM). A sede própria foi inaugurada em 2003, próxima ao Ciclo Básico. O SAPPE, vinculado à Pró-Reitoria de Graduação (PRG), atende alunos regulares de graduação e de pós-graduação em todos os campi da Universidade. Dispõe de ações como Entrevistas, Grupos de Recepção, Consultas Psiquiátricas e Pronto-Atendimento.

1987: Programa de Desenvolvimento da Criança e do Adolescente (Prodecad)

O programa busca disponibilizar uma educação complementar para crianças de 6 a 14 anos, matriculadas na Escola Estadual Sérgio Porto em seu contraturno. O Prodecad foi desenhado como uma possibilidade educacional "não formal" (em processo de diálogo e construção coletiva), sendo criado por meio de convênio firmado entre a Unicamp, Instituto de Reabilitação de Campinas - IRCAMP e Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo - FUSSESP.

1987: Núcleo Avançado do Centro de Educação Supletiva (Naces)

Instituído pela Pró-reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários (Preac), o programa visava atender as demandas dos funcionários da Universidade que aspiravam retomar seus estudos, na época, de 1º e 2º graus, mediante convênio com a Secretaria Estadual de Educação. No fim de 1989, o curso para 1º grau já contava com 2.922 matriculados, ascendendo para Centro Estadual de Educação Supletiva e passando a atender também a comunidade externa. Em 1990, o curso foi ampliado para o 2° grau. Além da ação social da Universidade, o Naces seria um campo de estudos e pesquisas para a Faculdade de Educação.

1987: Programa de Moradia Estudantil

Por meio da Portaria GR-055/1988, foi criado o Programa de Moradia Estudantil, destinado ao atendimento das necessidades de residência dos estudantes de graduação e pós-graduação. Em 1989, foram entregues as 30 primeiras casas, localizadas em conjunto habitacional próximo ao campus de Barão Geraldo.

1986: Centro de Saúde da Comunidade da Unicamp – CECOM

Por meio da Portaria GR 095/86, foi criado o Centro de Saúde da Comunidade da Unicamp – CECOM, subordinado à CSS, destinado a assegurar o planejamento e a execução de programas em atenção à saúde de professores, alunos e funcionários. Iniciou com atividades de assistência e de reabilitação e, aos poucos, foram sendo implementadas atividades de promoção à saúde e prevenção de doenças. É o órgão responsável pelo planejamento e execução das dessas ações, além da assistência e reabilitação da saúde. Oferece atendimento ambulatorial gratuito aos seus alunos, funcionários docentes e não docentes em diversas especialidades médicas, saúde mental, fisioterapia, nutrição, enfermagem e odontologia.

1986: Programa de Orientação e Acolhida a Estudante Estrangeiro


1985: CSS – Coordenadoria de Serviços Sociais

Por meio da Portaria GR 077/1985, em 15/04/1985, foi criada a CSS – Coordenadoria de Serviços Sociais, com o objetivo de assegurar a execução integrada dos programas e atividades de assistência aos servidores da Unicamp. O ambulatório Médico de Odontologia (AMO), Serviço de Medicina e Segurança do Trabalho (SESMT), Centro de Convivência Infantil (CECI) e Ambulatório de Assistência à Mulher (AAM), integraram a Coordenadoria. Após algumas reestruturações, em 1992 e em 2001, respectivamente, o CECI e o SESMT foram transferidos para outras estruturas da Universidade.

1985: Bolsa ‘incentivo acadêmico’ para estudantes de pós-graduação

A bolsa tinha por objetivo incentivar o interesse pela docência e pesquisa. Ao contrário dos demais auxílios, ela não levava em consideração apenas a condição sócio-econômica do aluno, como também seu desempenho acadêmico.

1984: Caism (Hospital da Mulher Prof. Dr. José Aristodemo Pinotti)

Por meio da Portaria GR 101/84, a Unicamp Cria o Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (Caism), tornando efetiva a participação da Universidade no Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher, do Ministério da Saúde. A criação foi baseada na colaboração do Departamento de Tocoginecologia e do Cemicamp (Centro de Pesquisas e Controle das Doenças Materno-Infantis de Campinas). O Caism seria um hospital de treinamento, pesquisa e assistência. Em 2010, o centro passa a se chamar “Hospital da Mulher Professor Doutor José Aristodemo Pinotti – Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher – CAISM – UNICAMP”.

1983: Programa de Atenção Integral à Saúde da Mulher (Paism)

Trata-se do pilar de um projeto que acabou por influenciar e culminar na ideia de se criar uma instituição que abrigasse todos os programas que vinham sendo desenvolvidos. Premiado pela realidade econômica do País, pelas experiências inovadoras como a do Programa de Tocoginecologia Preventiva, que evidenciava problemas emergentes nos cuidados e na assistência, começa então o embrião do Caism.

1983: Centro de Convivência Infantil (CCI)

Por meio da Portaria GR 268/83, a Unicamp criou o Centro de Convivência Infantil, que beneficiou, de início, 30 crianças com até 9 meses e em fase de amamentação. Filhos de funcionários permanecem no local durante toda a jornada de trabalho dos pais. Mães podiam amamentar seus bebês até duas vezes ao dia. O local era alugado pela Unicamp, enquanto a construção da creche dentro do campus estava em andamento.

1976: Programa de Apoio à Saúde

Atendimento médico aos alunos assistidos pelo SAE.

1976: Programa Balcão de Emprego

O programa consistia em eventuais oportunidades de trabalho, sem conotações de estágio, a fim de atender calouros com acesso a poucos recursos financeiros, especialmente para aqueles que vinham de outras cidades, para se instalar em Campinas.

1976: Serviço de Apoio ao Estudante (SAE)

O Serviço de Apoio ao Estudante foi criado com o propósito de desenvolver programas de apoio e de assistência aos estudantes que encontrassem dificuldades de permanência na Universidade, garantindo não só apoio financeiro, mas também orientação educacional, assistência social e psicológica.

1973: Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação “Prof. Dr. Gabriel O. S. Porto” (CEPRE)

Desde 1973, o CEPRE promove os direitos das pessoas com deficiência ao atuar para diagnóstico, habilitação, reabilitação, triagens, exames audiológicos, seleção e adaptação de prótese auditiva.

1972: Bolsa-trabalho

A bolsa trabalho foi o primeiro programa de permanência estudantil colocado em prática na Unicamp.

1971: Inauguração do Restaurante Universitário

O refeitório começou com 1500 refeições diárias.