Unicamp condena atos discriminatórios


A Universidade Estadual de Campinas, por meio de sua Diretoria Executiva de Direitos Humanos (DeDH), torna público seu compromisso com a erradicação de todas as formas de intolerância, de discriminação e de violação dos Direitos Humanos. Reafirma sua responsabilidade na construção de uma sociedade mais justa, consonante com o papel da Universidade, comprometida com a formação acadêmica e cidadã, com o respeito à vida, com a promoção da vida plena e digna.

O princípio da dignidade da pessoa humana e da vida, em todas as suas formas, exige o firme repúdio e efetivas ações de enfrentamento a toda e qualquer forma de tratamento indigno e discriminatório, como define a Política Institucional de Direitos Humanos da Unicamp, aprovada por seu Conselho Universitário em 2020 (Resolução 058/2020).

A interdependência e a indivisibilidade desses direitos, comuns a todos os seres humanos, interdita qualquer forma de distinção de raça, de etnia, de sexo, de gênero, de orientação sexual, de condições físicas ou mentais, de região ou território de origem, de religião e da nacionalidade.

É incompatível com as políticas vigentes de inclusão, equidade, ampliação da diversidade, em todas as suas dimensões, a tolerância a qualquer ato de hierarquização, exclusão, discriminação, restrição ou preferência baseada em raça, cor, descendência, origem étnica, gênero, idade, classe social, da origem familiar, social, territorial, religião, nacionalidade, tradições e hábitos culturais, costumes, indumentárias, sotaques e expressões linguísticas.

Diante de tais princípios, definidos em nossa Política Institucional de Direitos Humanos, a DeDH manifesta seu repúdio a atos discriminatórios e reafirma seu total apoio às iniciativas e aos projetos voltados a suplantar as enormes desigualdades ainda existentes em nossa Universidade em relação à diversidade cultural, étnica e social. Conclama toda a comunidade a se opor a qualquer ato discriminatório, incluindo aqueles infelizmente banalizados, como o racismo recreativo, que são atitudes, comentários ou piadas pejorativas que podem parecer inofensivos ou “brincadeiras”, mas atuam como agressões cotidianas. Por exemplo, a piada racista desvaloriza, trata com desdém, desrespeito e por meio de estereótipos a pessoa negra e sua cultura.

Manifesta, nesse sentido, seu reconhecimento da importância singular das recentes políticas e ações de inclusão de estudantes negros e negras e daqueles oriundos de povos indígenas na comunidade acadêmica da Unicamp, fundamentais para a construção da comunidade universitária diversa e comprometida com a dignidade da vida e com uma sociedade justa e humana. Ainda, reconhecemos a recente realização do IX ENEI em nossa Universidade – com o tema “Ancestralidade e contemporaneidade: Tecendo histórias a partir das epistemologias, cosmologias, ontologias e vivências dos povos indígenas” – como um contundente e exemplar momento de expressão indelével da importância da interlocução respeitosa e atenta entre diferentes tradições culturais como condição inegociável para o fortalecimento de nossa Universidade e para a realização dos compromissos sociais da instituição.

Diante do exposto, a DeDH convoca a comunidade acadêmica da Unicamp a se engajar de modo constante e crescente nas ações e nos projetos comprometidos com o cumprimento dessa missão coletiva de respeito à diversidade e à dignidade da vida.

Informe-se:

Os materiais elaborados pela DeDH para subsidiar a política de direitos humanos da universidade estão disponíveis em:  http://www.direitoshumanos.unicamp.br/acao/guia-informativos/#conteudo

As normativas que fundamentam nossa política estão disponíveis em: http://www.direitoshumanos.unicamp.br/quem-somos/normativas/

Pesquisa pretende identificar os desafios relacionados à boa convivência na Universidade


Por: Portal da Unicamp | Foto: Antonio Scarpinetti | Edição de imagem: Paulo Cavalheri

A professora Regina Facchini, do Núcleo de Estudos de Gênero (Pagu) da Unicamp, em parceria com a Comissão Assessora de Gênero e Sexualidade e o Observatório de Direitos Humanos da Diretoria Executiva de Direitos Humanos (DeDH), está lançando duas iniciativas que visam conhecer a realidade da Unicamp, após mudanças ocorridas nos últimos anos. A expectativa é produzir ações de apoio à boa convivência, à permanência estudantil e à equidade, diversidade e inclusão.

Uma das iniciativas refere-se à pesquisa Bem(con)viver, voltada para os estudantes de graduação e pós com a expectativa de colher informações sobre os desafios à boa convivência e à permanência na Universidade. O questionário já está disponível.

O segundo estudo diz respeito a um mapeamento sobre boas práticas na promoção de Direitos Humanos. A ideia é contar com a participação de toda a comunidade acadêmica para que o objetivo seja alcançado. Para tanto, basta acessar o formulário.

Ambos os formulários ficarão disponíveis até o dia 10 de novembro.

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A expectativa é que as informações possam subsidiar ações de apoio à boa convivência, à permanência estudantil e à equidade, diversidade e inclusão

Convivência e permanência estudantil

A pesquisa Bem(con)viver pretende identificar os desafios relacionados à convivência e à permanência estudantil. Seu conteúdo aborda questões como a qualidade das relações entre estudantes e entre as pessoas que trabalham na Universidade; as dificuldades para a permanência estudantil; o conhecimento e a avaliação de serviços e recursos de apoio em situações de discriminação ou agressão; as dificuldades para buscar apoio; as percepções sobre saúde e sobre desempenho acadêmico; propostas para o enfrentamento de desafios ao pleno desenvolvimento de potenciais e à permanência estudantil; e mudanças dessas condições ao longo do afastamento social motivado pela covid-19.

É importante destacar que se trata de um questionário online totalmente anônimo com perguntas fechadas e algumas questões abertas. O tempo necessário para preenchimento varia de 15 minutos a uma hora e pode ser interrompido e retomado quantas vezes for necessário, sem perder o que já foi feito. Não há resposta certa ou errada para nenhuma pergunta.

A professora salienta que o importante é a sinceridade nas respostas, lembrando que nenhuma informação sobre a identidade do participante será divulgada ou colhida. “Antes de temas mais sensíveis há avisos, de modo que você pode pular questões antes mesmo de ler seus enunciados”, ressalta.

A pesquisa é conduzida por uma equipe interdisciplinar aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais (CEP-CHS) da Unicamp. Recebe o apoio do Edital 3/2020 voltado para pesquisas sobre Ingresso, Desenvolvimento e Permanência na Graduação e também do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Serviço de Apoio ao Estudante.

Acesse o questionário (clique no quadradinho azul na tela inicial do Arqgis e insira seu login e senha da Unicamp)

Boas práticas em Direitos Humanos

O outro questionário dirigido para toda a comunidade acadêmica – docentes, pesquisadoras(es), técnicos administrativos e estudantes da Unicamp – tem como objetivo identificar as boas práticas no âmbito do ensino, pesquisa e extensão, aprofundando o conhecimento sobre políticas e ações relacionadas à promoção dos direitos humanos e da equidade, inclusão e diversidade no âmbito da Unicamp.

O material resultante desse mapeamento será utilizado, no âmbito da DeDH, para identificar ações e interlocutora(e)s e produzir mais e melhores trocas e divulgação de ações visando à promoção dos direitos humanos e da equidade, inclusão e diversidade na Unicamp.

Como no primeiro caso, o formulário é anônimo e os dados de respondentes não serão coletados.

Acesse o formulário

Dúvidas podem ser enviadas para o e-mail: mapeaodh@unicamp.br

Seminário – Retomadas, o debate: arte, memória e direitos


RETOMADAS é título de um dos núcleos da exposição Histórias Brasileiras, organizada pelo MASP,  aberta de 26/08 a 31/10/2022. Com Curadoria de Sandra Benites e Clarissa Diniz, o núcleo reúne documentos e obras que refletem acerca deste processo que toma a luta pelo direito à terra como sua coluna vertebral e se estende às línguas, corpos, imagens, representações e representatividades.

Como denota sua própria trajetória no âmbito do MASP – posto que este núcleo foi cancelado e posteriormente retomado –, diante da necropolítica e da violência institucional, é incontestável que as retomadas são esforços de reflorestamento do “imaginário brasileiro”, semeando-o com outras existências e histórias.

RETOMADAS, O DEBATE é uma ação organizada pelas curadoras e parceiros (André Vilaron, Edgar Kanako Xakriabá, Acervo João Zinclar e Coletivo de Arquivo e Memória do MST),  para documentar e ampliar discussões sobre o direito à terra, à memória e à arte. O projeto visa amplificá-las em forma de uma publicação e de diversas ações públicas organizadas de forma colaborativa.

O Seminário em parceria com a Diretoria Executiva de Direitos Humanos da Unicamp objetiva integrar as ações deste debate, especialmente focado nas interações entre arte, memória e direitos humanos.

Participantes do seminário:

 

Mediação: Prof. Dr. Gilberto Alexandre Sobrinho

 

Palestrantes:

 

Do Núcleo Retomadas

Clarissa Diniz (Recife, 1985. Reside no Rio de Janeiro) é curadora e crítica de arte. É mestre em história da arte pelo PPGArtes/UERJ e, atualmente, é doutoranda em antropologia pelo PPGSA/UFRJ. Foi editora da revista Tatuí e publicou inúmeros catálogos e livros, a exemplo de Crachá – aspectos da legitimação artística (Ed. Massangana, 2008). Curou diversas exposições e, entre 2013 e 2018, atuou no Museu de Arte do Rio – MAR, onde organizou mostras como Pernambuco Experimental (2013) e Dja Guata Porã: Rio de Janeiro indígena (2017). É professora da Escola de Artes Visuais do Parque Lage.

 

Sandra Benites Guarani Nhandewa – Professora de ensino fundamental e médio. Licenciada em história e filosofia. Mestra em Antropologia Social pelo Museu Nacional-UFRJ.Doutoranda em Antropologia Social pelo Museu Nacional-UFRJ. Atuou como  curadora da exposição Dja Guata Porã, no museu de Arte do Rio-Mar. Fui curadora adjunta de Artes Brasileira no Masp, curadora do núcleo Retomada na exposição de história brasileira no Masp.

 

Do Coletivo de Arquivo e Memória do MST

O coletivo foi formado em 2014 com o objetivo de centralizar a tarefa de gestão e preservação dos documentos do Movimento, mas não só: também refletir e massificar o debate sobre patrimônio cultural, a importância da memória para os movimentos sociais através de formação e articulação com outros acervos da classe trabalhadora.

Jullyana de Souza –  Historiadora e Mestra em História Econômica pela Universidade de São Paulo e mestranda do programa Memória e Acervos da Casa de Rui Barbosa.Integrantes do Coletivo de Arquivo e Memória do MST

Lucimeire Barreto Rocha, natural de Jauru-MT residindo em São Paulo a 5 anos. Filha de assentados pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST em 1997. Militante do MST desde 2009, contribuiu no setor da juventude, coordenou o Centro de Formação e Capacitação Olga Benário Prestes em Várzea Grande – MT, hoje faz parte do Coletivo de Arquivo e Memória Nacional do MST em São Paulo – SP. Formada em História pela Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) em parceria com o Instituto Técnico de Capacitação e Pesquisa da Reforma Agrária (ITERRA), iniciado em 2013 e finalizado em 2017. Mestranda pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) iniciada em 2020.

 

Do Acervo João Zinclar

O arquivo de imagens, resultante do trabalho do fotógrafo Zinclar, entre 1994 e 2013, foi reconhecido publicamente por seus parceiros como um instrumento de comunicação visual dedicado exclusivamente para questões e objetivos dos movimentos sociais em suas lutas anticapitalistas e de enfrentamento às práticas colonizadoras. Após seu falecimento, em 19 de janeiro de 2013, este arquivo se converteu no Acervo João Zinclar, uma organização sem fins lucrativos coordenado por Sônia Fardin, historiadora, e Victória Ferraro Lima Silva, filha do fotógrafo.

Sônia Fardin – Historiadora e curadora de acervos visuais. Mestre em História (IFCH-UNICAMP – 2001) e doutora em Artes Visuais (IA-UNICAMP – 2016). Mora em Campinas. Foi coordenadora do Museu da Imagem e do Som de Campinas (1995-2002), diretora do Departamento de Memória, Patrimônio e Turismo da Prefeitura Municipal de Campinas (2002-2004), colaboradora do Acervo Thomaz Perina (2007-2010) e curadora do acervo fotográfico do Museu da Imagem e do Som de Campinas (2013 – 2017). É pesquisadora do Acervo João Zinclar e colaboradora da Casa de Cultura Tainã, da Rede de Memória e Museologia Social de São Paulo, do Coletivo Socializando Saberes e do Centro Cultural Esperança Vermelha

O evento ocorre no dia 07/10/2022, às 14h, no Auditório Raízes, localizado à Rua Sérgio Buarque de Holanda, 800 – CB 54, Cidade Universitária “Zeferino Vaz”, e será transmitido ao vivo no Canal da Diretoria Executiva de Direitos Humanos no Youtube.

Para participar, é necessário realizar a inscrição no link: bit.ly/retomadas0710

Mapeamento de Boas Práticas e Pesquisa Bem(con)viver


Nos últimos anos, a Unicamp tem passado por muitas mudanças, há desafios que permanecem e se complexificam e respostas inovadoras construídas pela comunidade acadêmica e em âmbito institucional. Convidamos toda comunidade da Unicamp a contribuir com duas iniciativas diferentes e complementares que visam a conhecer essa realidade e produzir ações de apoio à boa convivência, à permanência estudantil e à equidade, diversidade e inclusão:

1️⃣uma pesquisa sobre desafios à boa convivência e à permanência na Unicamp, direcionada a estudantes de graduação e pós-graduação – acesse em bit.ly/bemconviver;

2️⃣ um mapeamento sobre boas práticas na promoção de Direitos Humanos, direcionada a toda a comunidade acadêmica – acesse em bit.ly/mapeaodh.

Ambas as iniciativas são de responsabilidade da Pq. Dra. Regina Facchini (Pagu/Unicamp) e realizadas em parceria com a Comissão Assessora de Gênero e Sexualidade e o Observatório de Direitos Humanos da Diretoria Executiva de Direitos Humanos/DeDH.

 

Saiba mais:

 

Sobre o Mapeamento de boas práticas em Direitos Humanos na Unicamp (para toda a comunidade acadêmica)
Este é um formulário dirigido a docentes, pesquisadoras(es), técnico administrativos e estudantes da Unicamp. Seu objetivo é identificar as boas práticas no âmbito do ensino, pesquisa e extensão, aprofundando o conhecimento sobre políticas e ações relacionadas à promoção dos direitos humanos e da equidade, inclusão e diversidade no âmbito da Unicamp. O material resultante deste mapeamento será utilizado, no âmbito da DeDH, para identificar ações e interlocutora(e)s e produzir mais e melhores trocas e divulgação de ações visando a promoção dos direitos humanos e da equidade, inclusão e diversidade na Unicamp. O formulário é anônimo, dados de respondentes não serão coletados. Você pode escolher o que quer compartilhar conosco ou se permite divulgação do nome de disciplinas, projetos, ações, coletivos ou organizações. O mapeamento é coordenado pela Pq. Dra. Regina Facchini (Pagu/Unicamp e Comissão Assessora de Gênero e Sexualidade da Diretoria Executiva de Direitos Humanos – DeDH – da Unicamp) em parceria com o Observatório de Direitos Humanos – ODH/DeDH/Unicamp. Para acessar o formulário clique aqui: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdCoss84vdhrebx25j6wSEibOaJzqGOkzzCGuoYeH4fsTxrwA/viewform
Sobre a pesquisa Bem(con)viver (para estudantes de graduação e de pós-graduação)
A pesquisa Bem(con)viver tem por objetivo identificar desafios relacionados à convivência e à permanência estudantil. Para tanto, focaliza: a qualidade das relações entre estudantes e entre estes e pessoas que trabalham na Universidade; as dificuldades para a permanência estudantil; o conhecimento e a avaliação de serviços e recursos de apoio em situações de discriminação ou agressão; as dificuldades para buscar apoio; as percepções sobre saúde e sobre desempenho acadêmico; propostas para o enfrentamento de desafios ao pleno desenvolvimento de potenciais e à permanência estudantil; e mudanças dessas condições ao longo do afastamento social motivado pela Covid-19. Essas informações devem subsidiar a elaboração e aprimoramento de ações visando a permanência estudantil e a boa convivência na Universidade e o enfrentamento às formas de convivência negativas.
Trata-se de um questionário online totalmente anônimo com perguntas fechadas e algumas questões abertas, cujo preenchimento pode variar de 15 minutos a uma hora, dependendo do quanto você tem a dizer sobre os importantes temas abordados. O preenchimento do questionário pode ser interrompido e retomado quantas vezes você quiser, sem perder o que já estiver feito. Não há resposta certa ou errada para nenhuma pergunta. O importante é que você responda sempre com sinceridade. Nenhuma informação sobre sua identidade será colhida. Antes de temas mais sensíveis há avisos, de modo que você pode pular questões antes mesmo de ler seus enunciados. 

Essa pesquisa é conduzida por equipe interdisciplinar sob responsabilidade da Pq Dra. Regina Facchini (regfac@unicamp.br), aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais (CEP-CHS) da Unicamp e apoiada com recursos do EDITAL 03/2020 – COMVEST/PRG/PRP – Pesquisas sobre Ingresso, Desenvolvimento e Permanência na Graduação e do CNPq e do SAE/Unicamp, via bolsa de Produtividade em Pesquisa da pesquisadora responsável e de bolsistas do projeto.

Acesse o questionário clicando no link https://survey123.arcgis.com/share/d320679b4e764c758b8f5052fedc0708 , em seguida, clique no quadradinho azul na tela inicial do Arqgis e insira seu login e senha da Unicamp. Não se preocupe: esses dados são apenas para controle do acesso ao questionário, mas não são armazenados no banco de dados.
N0 dia 28/09, foi realizado um evento on line de lançamento da pesquisa, no qual foram abordadas as questões que originaram essas iniciativas, seus propósitos e características.
 
Perguntas podem ser enviadas para o e-mail: mapeaodh@unicamp.br

Saúde é Independência


O documentário “Saúde é independência – Unicamp e SUS” integra campanha institucional de valorização do Sistema Único de Saúde (SUS) elaborada pelo Grupo de Estudos e Ação em Saúde Pública do Instituto de Estudos Avançados (IdEA) da Unicamp.

Sob coordenação de Gastão Wagner, professor da Faculdade de Ciências Médicas, o grupo tem promovido iniciativas com o objetivo de sensibilizar a comunidade universitária e o público externo sobre a importância do SUS para garantir o direito universal à saúde, preservar a história de pessoas da Unicamp que contribuíram com sua implantação e evidenciar a presença do SUS nos serviços de saúde prestados pela universidade. Confira o teaser do documentário:

O documentário será lançado no próximo dia 06/10, às 15h30, no Auditório da FCM.

 

Fórum Permanente: A sociedade contemporânea frente ao desafio das mudanças climáticas: É urgente, vamos debater?


Fórum Permanente: A sociedade contemporânea frente ao desafio das mudanças climáticas: É urgente, vamos debater?

A ciência é o caminho para a humanidade encontrar respostas rápidas e articuladas face a um dos maiores desafios do século que são as mudanças ambientais globais que poderão impactar a forma de vida do planeta Terra, tal qual conhecemos. Dada a urgência do tema, a Comissão Assessora de Mudança Ecológica e Justiça Ambiental da Diretoria Executiva de Direitos Humanos da Unicamp, constituída por pesquisadores docentes e não docentes de todas as áreas do saber, estudantes de graduação e de pós-graduação, funcionários técnico administrativos e representantes da sociedade civil, entre os quais contam-se cientistas, gestores e lideranças comunitárias, propõe este Fórum.

Detalhes do evento

Período do evento: 22/09/2022 a 23/09/2022

Período de inscrição: 10/08/2022 a 22/09/2022

Local: On-line: www.forunspermanentes.br

(acessar o link na data do evento)

Evento: GRATUITO

Unidade/Órgãos envolvidos: IFCH / IFGW / NEPAM / CEPAGRI / FT / DeDH – Diretoria Executiva de Direitos Humanos/ Comissão Assessora de Mudança Ecológica  e Justiça Socioambiental / UNICAMP.

Organizadores:

Ana Maria Heuminski de Avila |CEPAGRI / UNICAMP.

Leila Costa Ferreira |IFCH / UNICAMP.

Gabriela Castellano |IFGW / UNICAMP.

Sandro Tonso | FT / UNICAMP.

Inscrições: https://www.foruns.unicamp.br/eventos/fp-a-sociedade-contemporanea-frente-ao-desafio-das-mudancas-climaticas-e-urgente-vamos-debater

 

PROGRAMAÇÃO

 

22/09 (quinta-feira)

14h – Abertura

14h30 – Mesa 1 – A Sociedade contemporânea e as mudanças climáticas.

Dr. Roberto Guimarães | Administrador Público

15h – A ciência das mudanças climáticas, porque é tão difícil reverter?

Prof. Dr. Alexandre Araújo Costa | Universidade Estadual do Ceará

15h30 – A cidade de Campinas: Desafios e oportunidades no Século XXI

Dra. Ângela Guirao | Diretora do Verde e Desenvolvimento Sustentável da Secretaria Municipal do Verde de Campinas

16h – Roda de debates

Profa. Dra Leila da Costa Ferreira | NEPAM/Unicamp

Prof. Dr. Sandro Tonso | FT/Unicamp

Moderadora: Profa. Dra. Leila Costa Ferreira |IFCH/UNICAMP.

17h – Encerramento

 

23/09 (sexta-feira)

14h – Mesa 2 – As mudanças climáticas e o jornalismo especializado – Como comunicar a ciência em tempos de fake news?

Jornalista Délcio Rodrigues | ClimaInfo

15h – A importância da floresta amazônica

Dra. Ima Célia Guimarães Vieira | Museu Paraense Emílio Goeldi-PA

15h30 – Emergência climática e aceleração do aquecimento. Compreender, comunicar e agir

Prof. Dr. Luiz Marques | IFCH/Unicamp

16h – Roda de debates

Profa. Dra. Gabriela Castellano | IFGW/Unicamp

Dra. Ana Maria Heuminski de Avila | Cepagri/Unicamp

Moderadora: Dra. Ana Maria Heuminski de Avila | Cepagri/Unicamp

17h – Encerramento

Concretizando Direitos Humanos – Direito das Pessoas LGBTQIAP+


Compartilhamos com muita satisfação e alegria o lançamento do Caderno de Jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF): Concretizando Direitos Humanos – Direito das Pessoas LGBTQIAP+, pelo Conselho Nacional de Justiça. Trata-se do primeiro volume dos Cadernos de Jurisprudência do STF, lançado dia 08/09/2022. Os cadernos apresentam, segundo o Ministro Luiz Fux, as principais decisões do Supremo Tribunal Federal “que contribuíram para a promoção de direitos humanos no Brasil, relativas à união homoafetiva, à criminalização da homotransfobia, à demarcação de terras indígenas e à equiparação do prazo da licença-adotante ao prazo da licença-maternidade”. A importância dessas obras, no cenário atual, assume papel fundamental não apenas para consolidar as decisões paradigmáticas do Supremo Tribunal Federal, mas também para difundir o conhecimento, promover uma reflexão significativa sobre as pautas prioritárias de direitos humanos em nosso país e participar da construção de vidas plenas, dignas e significativas para cada pessoa.

Acesse o material aqui. Boa leitura!

Caso haja alguma dificuldade de acesso, segue o link com a localização: https://www.tjac.jus.br/2022/09/seminario-detalha-caderno-de-jurisprudencia-sobre-direitos-para-pessoas-lgbtqiap/

Fórum Permanente: Perspectivas para a condição do refúgio acadêmico no Brasil


A Cátedra Sérgio Vieira de Mello da Diretoria Executiva de Direitos Humanos, promove, em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, o Fórum Permanente “Perspectivas para a condição do refúgio acadêmico no Brasil”. A inserção do Brasil na rota das migrações internacionais contemporâneas, incluindo as migrações de refúgio, traz a necessidade do olhar interdisciplinar, no campo acadêmico e das ações locais na gestão pública, para a promoção e garantia dos direitos humanos e dos migrantes. Este Fórum Permanente busca trazer o diálogo para a comunidade interna e externa acerca das condições e perspectivas de vida de sujeitos que encontram na migração e no refúgio um novo recomeço. A função da Universidade, em parceria com o poder público e representantes dos refugiados, será debatida no âmbito do Fórum, reforçando assim a necessidade de refletir, mas de igualmente assumir ações concretas visando a inclusão e a permanência de alunos/as e pesquisadores/as na condição de refúgio.

Confira a matéria publicada no site da Unicamp e a programação completa:

Evento

Fórum Permanente: Perspectivas para a condição do refúgio acadêmico no Brasil.

Detalhes do evento

Data do evento: 14/09/2022

Período de inscrição: 11/08/2022 a 14/09/2022

Inscrições em: https://www.foruns.unicamp.br/eventos/forum-permanente-perspectivas-para-a-condicao-do-refugio-academico-no-brasil

Local: Auditório Raízes / Diretoria de Direitos Humanos / UNICAMP.

(evento no formato híbrido)

Evento: GRATUITO

Organizadores:

Ana Carolina de Moura Delfim Maciel | Presidente da Cátedra Sérgio Vieira de Mello da UNICAMP.

Isadora Lins França | PAGU / UNICAMP.

Mariana Teixeira Elias | CSVM / UNICAMP.

Omar Ribeiro Thomaz | IFCH / UNICAMP.

Marcelo Leme | IFCH / UNICAMP.

 

PROGRAMAÇÃO

14/09 (quarta-feira)

9h – Abertura 

9h15 – Mesa 1 – Os 25 anos da Lei de Refúgio no Brasil

Dra. Renata Gil de Alcantara Videira | Presidente da Associação de Magistrados do Brasil /Juíza titular da 40ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro;

Dr. Silvio Beltramelli Neto | Professor Titular da PUC-Campinas, Procurador do MPT 15º Região;

Giuliano Campos de Farias | Secretário Estadual de Justiça e Cidadania de São Paulo;

Dr. Carlos Bezerra Jr | Secretário Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social de São Paulo.

Moderador: Prof. Dr. Omar Ribeiro Thomaz | IFCH / UNICAMP.

 

14h – MESA 2 – Perspectivas e desafios para a condição do refúgio acadêmico

Dra. Marie Caroline Saglio-Yatzimirsky | Antropóloga e psicóloga /especialista nas questões de exclusão na Índia e no Brasil. Professora de Antropologia Social na  L’INALCO /França;

Ângela Magalhães Vasconcelos | Professora Adjunta na Escola de Serviço Social da Universidade Federal Fluminense – UFF, Coordenadora da CSVM/UFF;

Abdulbaset Jarour |Estudante de Direito de origem síria, atua em prol da causa dos refugiados no Brasil;

Nour Koeder |Cenógrafo de origem síria /Aluno do Instituto de Artes da UNICAMP.

15h40 às 16h – Coffee break 

Mesa responde Chat do Youtube e  perguntas da plateia.

Moderadora: Dra. Ana Carolina Moura Delfim Maciel | Presidente da Cátedra Sérgio Vieira de Mello da UNICAMP.

17h30 – Encerramento

Inscrições prorrogadas: Edital DeDH nº 01/2022 – Programa Santander de Apoio a Políticas de Inclusão e Diversidade


A Diretoria Executiva de Direitos Humanos da Unicamp, em parceria com o Programa Santander de Apoio a Políticas de Inclusão e Diversidade, torna público o Edital DeDH nº 01/2022, para concessão de bolsas de ensino.

Para participar da seleção, é necessário ser estudante de sua primeira graduação na Unicamp e ter ingressado por meio de Cotas Étnico-Raciais (Vestibular Unicamp ou Enem-Unicamp), Vestibular Indígena da Unicamp ou na condição de ingresso facilitado pelo status de refugiado. Também é necessário ter se candidatado aos processos 2022 de Bolsa-Auxílio do SAE/PRG e estar deferido no processo seletivo. Interessado/a/es não poderão receber concomitantemente as Bolsas Auxílio SAE/PRG (BAS, BAT, BAEF, BAM, PAD, PIBIC-SAE e Aluno-Artista). No caso de selecionados neste edital serem beneficiários dessas bolsas e auxílios, deverão desistir desses benefícios antes de proceder com o aceite da bolsa.

Serão concedidas 40 bolsas de R$ 2.500,00 pagos em uma única parcela.

As inscrições foram prorrogadas e devem ser realizadas na Plataforma Becas Santander no período de 22/08 a 11/09/2022.

Para mais informações, acesse: www.direitoshumanos.unicamp.br/editais/edital-dedh-no-01-2022/

 

Seminário “Discutir ações afirmativas para quilombolas na Unicamp”


O Laboratório de Pesquisa e Extensão com Povos Tradicionais, Ameríndios e Afro-americanos (LaPPA) do Ceres-IFCH, o Grupo de Estudos e Pesquisa em Educação e Diferenciação Sócio-Cultural e o Centro de Antropologia de Processos Educativos da FE e a Diretoria Executiva de Direitos Humanos da Unicamp promovem o seminário “Discutir ações afirmativas para quilombolas na Unicamp”, no dia 01 de setembro de 2022, às 9 horas, no Auditório Raizes da Diretoria Executiva de Direitos Humanos da Unicamp (Rua Sérgio Buarque de Holanda, 800. Sala CB54 – Cidade Universitária. Barão Geraldo – Campinas – SP)

Depois de quase 25 anos de reconhecimento constitucional e 20 anos de políticas públicas diferenciadas, as comunidades e o movimento quilombola não são mais uma metáfora histórica, mas se constituem como sujeitos políticos ativos, um campo social complexo e diversificado, com repertórios e pautas próprias.

Um dos pontos mais importantes desta pauta, ao lado da regularização fundiária dos seus territórios tradicionais, é o da educação. Depois da conquista representada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Escolar Quilombola (2012), a demanda do movimento é ampliar as possibilidades de acesso ao ensino superior e à pós-graduação.

Este seminário pretende discutir essa questão: A demanda por inclusão dos quilombolas já foi contemplada pelas cotas sociais e raciais? Existem singularidades da população quilombola que justificariam cotas específicas? Como e quanto a universidade e o conhecimento acadêmico poderiam se beneficiar com o incremento do ingresso deste segmento?

Convidadas.os:
Givânia Maria da Silva | Coordenação Nacional de Quilombolas – Conaq, Associação Nacional de Pesquisadoras e Pesquisadores Negras e Negros – ABPN, OnG Terra de Direitos, Rede de Ativistas da Educação do Fundo Malala
Gessiane NazárioDoutora em educação/UFRJ, Professora da Rede Municipal em Armação dos Búzios, Integrante da Coordenação do Coletivo de Educação da CONAQ, do qual é membra fundadora
Shirley Pimentel de SouzaMestra em Educação/UFBA, Pedagoga no IFBA, campus Barreiras
Amilton Gonçalves Sá Barretto | Educador na Coordenadoria de Educação para a Promoção da Igualdade Racial da Secretaria de Estado de Educação do Pará – Copir/Seduc. Professor da Universidade Paulista – Unip
Tiago Rodrigues Santos | Professor do Centro de Formação de Professores, do Curso de Licenciatura em Educação do Campo e do Programa de Pós-Graduação em Educação do Campo UFRB
Realização: DeDH
Promoção: LaPPA (CERES-IFCH) e Gepedisc e CeAPE (FE)
Organização: José Maurício Arruti, Malu Arruda e Silvia Santiago
 
Dia: 01 de setembro de 2022, 9hs
Local: Auditório Raizes, DeDH. Rua Sérgio Buarque de Holanda, 800. Sala CB54 – Cidade Universitária. Barão Geraldo – Campinas – SP. CEP: 13083-859.
Telefone: (19) 3521.7090